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Conferência de Serge Bouchardon

05/09/2018

© Cartaz de Rui Silva.

No próximo dia 27 de setembro de 2018, pelas 11h30, na Sala Ferreira Lima ( FLUC, 6º piso), Serge Bouchardon (Universidade de Tecnologia de Compiègne, Universidade Sorbonne) fará a conferência “Digital Literature: a gesturality specific to the digital?”. Esta iniciativa é organizada pelo Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura, Centro de Literatura Portuguesa e Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Coimbra.

Serge Bouchardon é professor e investigador de escrita digital (interativa, multimédia e colaborativa), literatura eletrónica e narrativa interativa.  É diretor do laboratório COSTECH (Connaissance, Organisation et Systèmes TECHniques) do Departamento de Tecnologia e Ciências Humanas da Universidade de Tecnologia de Compiègne. Autor de diversas obras de literatura digital: StoryFace (2018); Separation (2013-2015); Typomatic (installation, 2013-2015); Hyper-tensions: a trilogy, que integra as obras Loss of Grasp / Déprise (2010-2018), Opacity / Opacité (2012) e Untrace / Détrace (2016); DO IT / AGIR (2015); changeEverything / changerTout (2011); Touch / Toucher (2009); My Words / Mes Mots (2008); The 12 Labors of the Internet User / Les 12 travaux de l’internaute (2008); e Diversion / Détournement (2007). Recebeu em 2011 o New Media Writing Prize. É autor de diversos artigos sobre os usos criativos e educativos da tecnologia digital. Publicou dois livros sobre literatura digital:  La littérature numérique : le récit interactif (Hermès Science – Lavoisier,  2009) e La valeur heuristique de la littérature numérique (Hermann, 2014).

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Doutoramento Nº 8

05/09/2018

Realizam-se no próximo dia 26 de setembro de 2018, pelas 15h00, na Sala dos Atos, as provas de doutoramento em Materialidades da Literatura de Diogo Marques, candidato da quarta edição edição do Programa, que teve início em 2013-2014. O candidato apresenta a tese Reading Digits: Haptic Reading Processes in the Experience of Digital Literary Works (2018).

O júri, nomeado por despacho reitoral de 29 de maio de 2018, tem a seguinte constituição:
Presidente:
Ana Paula Arnaut (Professora Auxiliar com Agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Vogais:
Serge Bouchardon (Professor Catedrático da Universidade de Tecnologia de Compiègne)
Rui Torres (Professor Associado com Agregação da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa)
Osvaldo Manuel Silvestre (Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Manuel Portela (Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Esta tese – a oitava do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura – integra-se numa das linhas de investigação do Programa, dedicada à análise das relações entre processos computacionais e formas literárias (Ex Machina: Inscrição e Literatura). Diogo Marques investiga as interfaces hápticas na literatura digital, analisando obras que exploram a multissensorialidade, a gestualidade e a hapticidade de forma expressiva.

Abstract

The intensification of tactile/haptic research by academia and the digital technology industry, has given rise to several instrumentalizations of the adjective haptic, often contradicting an entire philosophical haptological tradition, going back to Aristotle and allowing us to think of the haptic from a multisensory perspective capable of destabilizing the idea of pure sensory modalities. On the one hand, such intensification is evidenced by the ubiquity of digital technological devices that call for interaction through touch and gesture as tactile/haptic functions necessary for experiencing digital content. On the other hand, it may be seen in the increasing demand for tangibility between human and machine, particularly through sensory experiences made possible by virtual/augmented reality, as well as, mixed reality/virtuality platforms. As a consequence, such intensification, and consequent literalizations, also paradoxically end up reinforcing the existence and primacy of a visual culture inherent to an ocularcentric society.

It is in line with this haptological tradition, as well as through the recovery of a multisensory perspective explored by a series of avant-garde artistic practices that permeate the history of twentieth-century art, that I propose to (re)think digital literary works via means of an alternative and operative redefinition of haptic drawn from the metamedial and intermedial specificities of current digital poetic practices. Based on the mapping and analysis of carefully selected digital literary works, this research intends to understand how digital poetic practices make use of certain processes of haptic reading enabled by current digital technology, in order to explore and question the processes of writing and reading in media.

Conferência de Domenico Fiormonte

05/09/2018

© Cartaz de Rui Silva.

No próximo dia 21 de setembro de 2018, pelas 11h30, na Sala Ferreira Lima ( FLUC, 6º piso), Domenico Fiormonte (Universidade de Roma Tre) fará a conferência “Para una crítica del texto digital: desde Busa a Facebook”. Esta iniciativa é organizada pelo Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura, Centro de Literatura Portuguesa e Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Coimbra.

Domenico Fiormonte é professor no Departamento de Ciências Políticas da Universidade de Roma Tre, onde leciona disciplinas de teoria da comunicação, novos média e filologia digital desde 2004. Tem um longo percurso de investigação dedicado ao texto eletrónico e à edição crítica digital, desenvolvido no cruzamento entre as práticas da informática humanística italiana e as humanidades digitais anglo-americanas. Fundou em 1992 um arquivo eletrónico dedicado a autores literários contemporâneos, que viria a dar origem, em 1996, ao Digital Variants Archive, o primeiro recurso eletrónico em linha dedicado à variação textual. Nos últimos anos a sua reflexão tem incidido sobre a concentração corporativa e proprietária dos recursos digitais, defendendo a necessidade de modelos abertos de produção de ciência. Tem argumentado em favor da diversidade epistemológica nas humanidades e nas ciências sociais, através de práticas alternativas à hegemonia anglocêntrica nos sistemas de produção e validação do conhecimento. Entre as suas publicações, refiram-se: como editor ou coeditor, New Media and the Humanities: Research and Applications (Oxford University Humanities Computing Unit, 2001), Informatica umanistica: dalla ricerca all’insegnamento (Roma, Bulzoni, 2003) e La macchina nel tempo. Studi di informatica umanistica in onore di Tito Orlandi (Firenze, Le Lettere, 2011). É autor de Scrittura e filologia nell’era digitale (Turin, Bollati Boringhieri, 2003), e coautor, com Teresa Numerico e Francesca Tomasi, de L’umanista digitale (Bologna, Il Mulino, 2010). Uma versão revista e expandida desta obra foi publicada em inglês com o título The Digital Humanist: A Critical Inquiry (Brooklyn, NY, Punctum Books, 2015). Está no prelo o seu último livro: Per una critica del testo digitale: Letteratura, filologia e rete (Roma, Bulzoni, 2018), ponto de partida para a conferência dirigida ao Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura. Domenico Fiormente é também coeditor, juntamente com  Sukanta Chaudhuri e Paola Ricaurte, do volume em preparação Global Debates in the Digital Humanities (Minnesota University Press, 2019, no prelo).

Doutoramento Nº 7

05/09/2018

Realizam-se no próximo dia 20 de setembro de 2018, pelas 10h30, na Sala dos Atos, as provas de doutoramento em Materialidades da Literatura de Ana Marques da Silva, candidata da quarta edição edição do Programa, que teve início em 2013-2014. A candidata apresenta a tese Literatura e Cibernética: Para uma poética dos processos generativos automáticos (2018).

O júri, nomeado por despacho reitoral de 1 de junho de 2018, tem a seguinte constituição:
Presidente:
Ana Paula Arnaut (Professora Auxiliar com Agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Vogais:
Domenico Fiormonte (Professor Auxiliar da Universidade de Roma Tre)
Rui Torres (Professor Associado com Agregação da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa)
Paulo Silva Pereira (Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Manuel Portela (Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Esta tese – a sétima do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura – integra-se numa das linhas de investigação do Programa, dedicada à análise das relações entre processos computacionais e formas literárias (Ex Machina: Inscrição e Literatura). Ana Marques da Silva investiga a criação de literatura generativa como parte do processo geral de algoritmização da escrita, analisando quer a história da geração de texto, quer obras que interrogam a programabilidade no contexto das redes digitais e da cultura cibernética (Pedro Barbosa, Nick Montfort, John Cayley e Daniel C. Howe, David Jhave Johnston).

Resumo

Esta tese é dedicada ao estudo da literatura generativa. A partir de uma perspectiva que cruza os estudos literários com a reflexão sobre o seu contexto sociocultural, a literatura generativa é considerada enquanto fenómeno que nos permite identificar tensões entre dois campos distintos — a literatura e a cibernética —, aferindo alguns dos efeitos da automação das práticas de escrita e leitura na literatura, e atentando no modo como esses efeitos nos permitem observar algumas das dinâmicas que caracterizam a cultura contemporânea. Este estudo identifica diferentes poéticas do texto generativo, dividindo-se em três partes pensadas numa lógica de “zoom-out”. Num primeiro momento procura-se estabelecer o que é um texto generativo, explorando as relações entre linguagem e computação, sistematizando definições de geratividade em diferentes contextos disciplinares, e analisando um conjunto de estudos de caso nos quais os processos algorítmicos são explorados enquanto ferramentas de invenção de linguagem. Num segundo momento considera-se o texto enquanto sistema, problematizando a noção de autoria e as estratégias de leitura associadas de textos generativos, privilegiando o contexto português na reflexão sobre os principais eixos teóricos em que se funda esta textualidade, e tomando para análise obras que sublinham as relações entre geratividade e discursividade. Num terceiro momento discute-se as materialidades técnicas e políticas da mediação digital, reflectindo sobre cognição algorítmica, os limites do computável, e a tensão entre as esferas literária e informacional, a partir de estudos de caso que problematizam as relações humano-máquina. A Introdução e a Conclusão situam a textualidade generativa num eco-sistema cultural alargado: enquanto a Introdução apresenta, desde logo, o quadro sociocultural no qual se inscrevem os processos de automação da linguagem, a Conclusão recupera e aprofunda as principais linhas de fuga que caracterizam o modo como literatura generativa nos dá conta do seu momento histórico, e sistematiza as respostas à interrogação sobre a especificidade e o valor literário do texto gerado automaticamente. O eixo central que articula as três partes deste trabalho é a recuperação da autonomia humana.

MATLIT Volume 6 (Issues 6.1, 6.2 and 6.3) is now online

05/09/2018

The ELO (Electronic Literature Organization) organized its 2017 Conference, Festival and Exhibits, from July 18-22, at University Fernando Pessoa, Porto, as well as several other venues located in the center of the historic city of Porto, Portugal. Titled Electronic Literature: Affiliations, Communities, Translations, ELO’17 proposed “a reflection about dialogues and untold histories of electronic literature, providing a space for discussion about what exchanges, negotiations, and movements we can track in the field of electronic literature.” Its aim was “to contribute to displacing and re-situating accepted views and histories of electronic literature, in order to construct a larger and more expansive field, to map discontinuous textual relations across histories and forms, and to create productive and poetic apparatuses from unexpected combinations.” Volume 6 of MATLIT: Materialities of Literature publishes selected articles from the ELO 2017 Conference. These have been divided into three issues according to the conference threads: 6.1 Affiliations, 6.2 Communities, and 6.3 Translations. Volume 6 is edited by Rui Torres and Manuel Portela.

MATLIT 6.1 Electronic Literature: Affiliations

MATLIT 6.2 Electronic Literature: Communities

MATLIT 6.3 Electronic Literature: Translations

Journal Archive (2013-2018)


MATLIT Volume 6 (Números 6.1, 6.2 e 6.3) está em linha

A ELO (Organização de Literatura Eletrónica) organizou a sua Conferência, Festival e Exposições de 2017, entre os dias 18 e 22 de julho, na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, bem como em vários outros locais localizados no centro histórico da cidade do Porto. Intitulada “Literatura Eletrónica: Filiações, Comunidades, Traduções”, a ELO’17 propôs “uma reflexão sobre diálogos e histórias por contar ​​da literatura eletrónica, proporcionando um espaço de debate sobre as relações, negociações e movimentos identificáveis no campo da literatura eletrónica”. Teve como objetivo “contribuir para deslocar e re-situar as visões e histórias estabelecidas da literatura eletrónica, a fim de alargar e expandir o seu campo, mapear relações textuais descontínuas entre histórias e formas, e criar aparatos produtivos e poéticos através de combinações inesperadas”. O Volume 6 da revista MATLIT: Materialidades da Literatura publica artigos selecionados da ELO 2017. Os artigos foram divididos em três números de acordo com os tópicos da conferência: 6.1 Filiações, 6.2 Comunidades e 6.3 Traduções. O Volume 6 é organizado por Rui Torres e Manuel Portela.

MATLIT 6.1 Literatura Eletrónica: Filiações

MATLIT 6.2 Literatura Eletrónica: Comunidades

MATLIT 6.3 Literatura Eletrónica: Traduções

Arquivo da Revista (2013-2018)

Materialidades da Literatura na PsyArt

04/09/2018

© Foto de Fábio Waki.

Realizou-se entre os dias 27 de junho e 1 de julho de 2018 a 35ª Conferência Internacional sobre Psicologia e Arte, organizada pela PsyArt Foundation (EUA) e pelo Centro de Estudos Acadêmicos Avançados de Dubrovnik (Croácia). O evento contou com a exposição de cerca de 50 trabalhos, conduzidos por especialistas em diversas áreas da psicologia e dos estudos artísticos: psiquiatras, psicanalistas, psicólogos clínicos, literatos, músicos, artistas plásticos e críticos de arte. O Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura esteve representado por Fábio Waki, laureado pelos organizadores com o prêmio por melhor investigação dentre os estudantes de pós-graduação aceitos na conferência, bem como com a Norman and Jane Holland Fellowship, o auxílio financeiro vinculado a esse prêmio.

Enquadrado em um dos painéis que tinham como tema comum a expansão de teorias psicanalíticas por meio da arte, a investigação de Fábio Waki, intitulada Eine unheimliche Hilflosigkeit: a psychophilosophical reading of Andrei Tarkovsky’s “Solaris”, teve como principal propósito um exame das narrativas eventuais e imagéticas do filme em apreço como base para uma requalificação dos conceitos freudianos de unheimlich ‘inquietante’ e Hilflosigkeit ‘desamparo’. A convite do comitê científico do evento, essa investigação deverá ser publicada no PsyArt Journal, periódico digital editado pela própria PsyArt Foundation, e também na Gradiva, revista sobre psicanálise e literatura coordenada pelo Departamento de Inglês da Universidade de Paris 7.

Besides the Screen: Cofres, Acervos, Nuvens e Plataformas

30/07/2018

Texto: Bruno Ministro

Imagem: Organização Besides the Screen

 

Realizou-se nos dias 5 e 6 de julho o colóquio internacional Besides the Screen, no Instituto Superior da Maia, numa organização do ISMAI e CIAC apoiada pela Besides the Screen Network e em articulação com o colóquio realizado dias antes no King’s College em Londres. Sob o mote “Cofres, Acervos, Nuvens e Plataformas: Preservação e Arquivamento no Século XXI”, os dois dias do colóquio concretizaram-se num conjunto de sessões relacionadas com alguns dos principais desafios dos “Screen Studies” no tempo presente.

A exploração de arquivos, quer aqueles que têm a sua existência em suporte audiovisual quer os que fazem uso do espaço multimédia, foi uma das linhas condutoras do evento, abrindo espaço para a problematização de tópicos como a efemeridade e a desmaterialização do documento, explorada sobretudo através de eixos temáticos como o acesso, documentação, preservação e disseminação. Na sua maioria, as apresentações assentaram em abordagens interdisciplinares relacionadas com as questões de mediação e remediação, atendendo às contínuas transformações dos vários campos de saber convocados e aos seus pontos de intersecção e cruzamento com outras práticas e áreas disciplinares. As noites do colóquio contaram ainda com um programa artístico paralelo, tendo-se realizado uma performance (dia 5) e sido projetadas diversas curtas-metragens (dia 6) nos Maus Hábitos, no Porto.

Na manhã do segundo dia do colóquio foi apresentado o painel “De_composição e meta_morfose: a im_permanência da obra de Abílio-José Santos no Arquivo Digital da PO.EX”, preparado por Rui Torres (UFP), Sandra Guerreiro Dias (IPB/CLP-UC) e Bruno Ministro (CLP-UC), estudante do programa de doutoramento em Materialidades da Literatura. Assente numa análise exploratória dos trabalhos do poeta visual Abílio-José Santos que integram o Arquivo Digital da PO.EX, este painel pretendeu refletir sobre a sua obra (Bruno Ministro), igualmente cabendo lugar à problematização da própria noção de arquivo e de arquivo digital (Rui Torres) bem como do modo como a representação deste tipo de obras se revela no Arquivo Digital da PO.EX (Sandra Guerreiro Dias).

Resumo de enquadramento do painel:

Neste painel pretendemos aliar a comunicação académica com o memorial performativo, cruzando a história da presença da obra de Abílio num arquivo radical e radial, permitindo a sua disseminação e visibilidade, mas também a organização constelar dos seus conteúdos em novas variantes interpretativas. A partir de uma intervenção que relata, através de uma narrativa visual, uma visita à casa de Abílio na Maia (tal como hoje a encontramos, vinte e seis anos após a sua morte), pretende-se narrar as dificuldades e aporias inerentes ao processo de recolha, organização, simulação e estudo que os acervos digitais tornam possível, mas também problematizam, e ao modo como a preservação e o arquivamento digital levantam questões acerca da própria materialidade das obras e sobre a sua organização, reorganização ou desorganização. Considerando os trabalhos de Abílio que foram recuperados e representados no Arquivo Digital da PO.EX (https://po-ex.net/abilio), essa atividade de classificação e posterior simulação digital será situada à luz de uma taxonomia para arquivos digitais de literaturas experimentais e de uma estratégia multidisciplinar de curadoria digital. Terão lugar três intervenções/apresentações (sobre Abílio e a poesia experimental, por Bruno Ministro; sobre arquivos digitais, por Rui Torres; e sobre a presença de Abílio no Arquivo Digital da PO.EX, por Sandra Guerreiro Dias), às quais será sobreposta a projeção de uma narrativa visual, por Leonor Figueiredo, com imagens da casa de Abílio na Maia, e ainda apontamentos intercalares com depoimentos curtos em vídeo de pessoas que conheceram o autor e/ou conhecem a sua obra e o modo como ela surge representada no Arquivo Digital da PO.EX (César Figueiredo, Isabel Camarinha, Bruno Carvalho e Estela Vieira).