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O Arquivo LdoD no Colóquio “Novos Estudos Pessoanos”

15/02/2020

 

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Decorreu no dia 13 de fevereiro de 2020, na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, Lisboa, mais uma edição do colóquio Novos Estudos Pessoanos – Ponto de Situação, organizada pela Casa Fernando Pessoa. Esta edição contou com a participação de dois investigadores do Centro de Literatura Portuguesa (CLP) que trabalham com o Arquivo Digital LdoD, Ana Marques e Diego Giménez.

Ana Marques, com uma comunicação intitulada “Representação e análise da receção crítica do Livro do Desassossego no Arquivo LdoD”, falou sobre o trabalho de levantamento de documentação relativa à receção do Livro do Desassossego e a sua integração no Arquivo. A sua intervenção mostrou as relações que se estabelecem entre os documentos autorais, os documentos editoriais e os documentos críticos, identificando práticas específicas de leitura crítica. O trabalho em curso pode observar-se nas edições virtuais anotadas “Receção Crítica 1” e “Receção Crítica 2”.

Diego Giménez, com uma comunicação intitulada “Problemas de Intertextualidade Filosófica no Livro do Desassossego“, apresentou parte dos resultados de pesquisa na identificação das redes intertextuais filosóficas que nutrem a obra pessoana mediante categorização e taxonomização de trechos com as ferramentas do Arquivo LdoD, e enquadrou o levantamento dessas referências com a poiesis sensacionista pessoana. O trabalho em curso pode observar-se na edição virtual anotada “Intertextualidade Filosófica”.

O colóquio contou com a participação de investigadores, editores e tradutores especialistas na obra de Fernando Pessoa como Pedro Sepúlveda, Nuno Amado, Karen Pellegrini, Andrea Sánchez, Rui Sousa, Luís Andrade, Luiz Fagundes Duarte e António Feijó, que fechou o colóquio com uma intervenção em memória de George Monteiro.

2010-2020: Dez Anos de Materialidades da Literatura

04/02/2020

Em junho de 2020, o Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (DML) da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra completará dez anos de atividade contínua. A conferência inaugural foi proferida por Lev Manovich a 18 de junho de 2010, e a primeira aula foi lecionada a 1 de outubro de 2010. Imaginado inicialmente como um grande projeto de investigação especulativa a partir da pergunta “O que são as Materialidades da Literatura?”, não era certo que o Programa se conseguisse afirmar, dado o contexto de crise financeira nacional em que nasceu e dado o modo como a recessão se repercutiu nas Humanidades um pouco por todo o mundo.

Concebido no verão de 2009 como um novo campo de investigação e ensino por um grupo de docentes da Faculdade de Letras, o Programa foi acreditado pela A3ES a 9 de junho de 2010 e teve a sua primeira edição no ano letivo 2010-2011. Em abril de 2013, foi selecionado por um painel internacional de peritos para financiamento como Programa de Doutoramento FCT no concurso realizado nesse ano. Este financiamento permitiu consolidar progressivamente a nova área de investigação, atraindo um conjunto significativo de jovens investigadores em estudos literários. Além das 25 bolsas de doutoramento FCT atribuídas entre 2014 e 2018 no âmbito do concurso, foram ainda conseguidas 3 bolsas individuais FCT e 3 bolsas individuais CAPES, num montante de financiamento que ultrapassa 1,6 milhões de euros.

Aos 31 estudantes integralmente financiados, juntam-se outros 16 estudantes-trabalhadores que suportam o custo da sua formação. Com 47 projetos de doutoramento registados (dos quais 10 já concluídos), o DML tem contribuído para renovar a investigação literária em Portugal e sintonizá-la com novos problemas, objetos e métodos. Refiram-se, por exemplo, a introdução de temas de investigação como a poesia sonora ou a gravação de leituras de poesia. Em certos domínios, por exemplo na análise da literatura digital, é já considerado um programa de referência internacional, como testemunham a participação na organização do congresso e festival de 2017 da Electronic Literature Organization (realizado no Porto) e a publicação de cinco entradas por doutorandos do DML no The Bloomsbury Handbook of Electronic Literature (2017).

Deve sublinhar-se ainda um aspeto essencial do Programa: a experimentação com formas de organização e de funcionamento, a nível curricular e extracurricular, que contribuam para diversificar as competências de formação e aumentar a qualidade da investigação realizada. Estruturado sob a forma de grupo de investigação e subdividido em projetos, o DML desenvolveu um conjunto de práticas colaborativas, quer internas ao Programa, quer através de redes externas de intercâmbio que envolveram duas dezenas de instituições na Europa (Espanha, França, Itália, Irlanda, Reino Unido, Alemanha, Noruega, Suécia, Grécia), América do Norte (EUA), América do Sul (Brasil, Chile) e África (Gana). Além de estadas internacionais de investigação dos doutorandos, o DML recebeu sete dezenas de especialistas nacionais e internacionais – académicos e artistas – ao longo da última década para lecionarem seminários ou proferirem conferências. Acolhemos também uma dezena de estudantes de doutoramento internacionais para trabalharem sob orientação de docentes do Programa durante um semestre, e diversos investigadores de pós-doutoramento em tópicos afins aos do Programa (análise literária computacional, narrativa transmédia, poesia experimental).

Organizámos e coorganizámos mais de uma dezena de conferências nacionais e internacionais, entre as quais, “Estranhar Pessoa com as Materialidades da Literatura” (2012), “Estudos Literários Digitais” (2015), “1º Congresso de Humanidades Digitais em Portugal” (2015), “Variações sobre António: Um Colóquio em torno de António Variações” (2017) e “Ensino da Literatura Digital” (2019). No que se refere a encontros científicos, os doutorandos apresentaram cerca de 200 comunicações em contexto nacional e internacional. Publicaram ainda cerca de 60 artigos (incluindo recensões críticas de novas obras) em 40 revistas académicas. Foram também curadores ou participantes numa dezena de exposições relacionadas com temas de investigação do Programa, em diversas cidades (Coimbra, Porto, Lisboa, Vila Franca de Xira, Évora, Óbidos). Os doutorandos tiveram ainda a seu cargo a concetualização e realização de cursos breves, escolas de verão e oficinas nas quais testaram os resultados da sua investigação através da didatização de novos temas. Destaque-se, por fim, o trabalho editorial numa nova revista científica eletrónica, MATLIT: Materialidades da Literatura (e-ISSN 2182-8830; 11 números publicados desde 2013, num total de 205 artigos), que tem contribuído para o diálogo internacional com inúmeros investigadores noutros contextos institucionais, disciplinares e geográficos.

Nascido no contexto pós-departamentalização da Faculdade, que determinou a agregação das diversas áreas disciplinares de línguas, literaturas e culturas (Estudos Clássicos, Línguas Modernas e Português), o novo Programa propunha-se olhar para as práticas literárias a partir da intersecção de três perspetivas: uma perspetiva medial e transmedial, que considera as tecnologias mediais como dispositivos de inscrição literária (imprensa, gravação sonora, computador digital, cinema, etc.); uma perspetiva translinguística e transcultural, cujo foco de abordagem vai para além dos tradicionais sintagmas nacionais (literatura inglesa, portuguesa, alemã, etc., mesmo nas versões comparatistas); e uma perspetiva interdisciplinar, que reconfigura a análise e a teoria literárias a partir da intersecção com diversas outras práticas disciplinares como o design de comunicação, as humanidades digitais, os estudos fílmicos, os estudos do livro ou a arqueologia dos média.

Uma medida do cumprimento das intenções iniciais do DML e do sucesso desta década de intensa atividade estaria nos percursos pós-doutoramento: investigadora visitante na Universidade de Stanford; três bolseiros de pós-doutoramento (Unicamp, Brasil; Universidade de Bremen, Alemanha, Marie Curie Fellowship; Universidade Fernando Pessoa, Portugal); docente convidado na Universidade de Aveiro; bolsa da Cátedra Cascais Interartes (Fundação D. Luís I); leitora do Instituto Camões (UNAM, México); docente do ensino básico e secundário. Outra medida seria a publicação de livros por investigadores do Programa: Literatura Explicativa: Ensaios sobre Ruy Belo (Assírio & Alvim, 2015), organizado por Manaíra Aires Athayde; Digital Media and Textuality: From Creation to Archiving (transcript verlag, 2017), organizado por Daniela Côrtes Maduro; Almada Negreiros, Orpheu 1915-1965 (Vittoria Iguazu, 2017), traduzido para italiano por Giorgia Casara; ou Herberto Helder, Em Minúsculas (Porto Editora, 2018), coorganizado por Raquel Gonçalves. Ou ainda: a atribuição do Prémio Mário Quartin Graça 2018 da Casa da América Latina, na categoria de melhor tese em Ciências Sociais e Humanas, a uma tese em Materialidades da Literatura.

Retrospetivamente, o DML pode descrever-se como a conjugação de três processos simultâneos e interligados: por um lado, consiste num grande projeto colaborativo (e prolongado no tempo) que tenta responder à mega-pergunta inicial através das perguntas de investigação circunscritas de cada tese de doutoramento (veja-se a série de vídeos “MATLIT em 90 segundos”); por outro lado, é uma tentativa de construir uma perspetiva de conhecimento humanístico num contexto pós-digital, olhando criticamente para a relocalização da experiência literária numa ecologia medial em transformação e, ao mesmo tempo, mostrando a relevância social dessa perspetiva; por outro lado ainda, diz respeito ao desenvolvimento de uma pedagogia projetual em investigação literária avançada, na qual as componentes de investigação científica, criação artística e transferência de conhecimento vão sendo tentativamente exploradas em múltiplas constelações. O MATLIT LAB: Laboratório de Humanidades, criado em 2019, é, de certo modo, uma tentativa de explicitar reflexivamente aquela tripla conjugação: um campo de investigação + uma epistemologia humanista numa ecologia medial em transformação + uma reimaginação dos usos das humanidades. Isto significa que uma década de desenvolvimento do DML consistiu afinal na formulação, através da prática, de uma outra pergunta que não estava totalmente evidente na pergunta inicial: o que é que um programa de doutoramento em Humanidades pode ser?

Conferência de Mário Gomes

21/01/2020

© Cartaz de Rui Silva.

No próximo dia 30 de janeiro de 2020, pelas 14h30, na Sala do Centro de Literatura Portuguesa (7º piso, FLUC), terá lugar uma conferência por Mário Gomes (Universidade de Concepción, Chile) intitulada “Literatura – Máquinas – Friedrich Kittler”. Organização do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura, Centro de Literatura Portuguesa e Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas, com o apoio do DAAD – Deutscher Akademischer Austauschdienst (Serviço de Intercâmbio Académico Alemão).

Mário Gomes é doutorado em Teoria da Literatura pelas Universidades de Bona e de Florença. Além da sua investigção académica nas áreas dos “Media Studies” e da Literatura, Mário Gomes é também tradutor e escritor. Entre os autores traduzidos incluem-se Luís Quintais (para alemão) e Arno Schmidt (para português). Em 2016 publicou o romance “Berge, Quallen” (“Montanhas, Medusas”), em co-autoria com Jochen Thermann; em 2017 foi bolseiro do Fundo Alemão de Literatura (Deutscher Literaturfonds). Atualmente é leitor do DAAD (Serviço de Intercâmbio Académico Alemão) em Concepción, Chile, onde dá aulas de Teoria da Literatura, Literatura Alemã e Estética.

DESIR Winter School "Shaping new approaches to data management in arts and humanities"

20/01/2020

Ocorreu entre os dias 10 e 13 dezembro, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a escola de inverno em Humanidades Digitais “Shaping new approaches to data management in arts and humanities”. O curso intensivo planejado pela equipe do projeto Desir (DARIAH ERIC Sustainability Refined), no esforço conjunto entre DARIAH, Nova FCSH e ROSSIO, contou com vinte bolsas de participação disponibilizados para estudantes e acadêmicos de toda a União Europeia.

Espaço comum dos seminários na Nova FSCH. Fonte: ©DESIR – DARIAH ERIC Sustainability Refined.

Baseada majoritariamente no conceito de FAIR Data, a programação de quatro dias foi marcada pela fala de diferentes especialistas, nos seminários em “Data in Humanities” (Erzsébet Tóth-Czifra),”Copyright e Open Licensing” (Walter Scholger), “Open Research Notebooks” (Javier de La Rosa), “Data Management Plan” (Antónia Correia), “Data Citation” (Frances Madden) e “Innovative Publishing Practices” (Delfim Leão).

Frances Madden – Data Citations & PIDs. Fonte: ©DESIR – DARIAH ERIC Sustainability Refined.

Aliada a essa componente de discussão majoritariamente teórica, foram realizadas ainda quatro visitas guiadas, à Fundação para Ciência e Tecnologia (FCT), ao Arquivo PT; à Biblioteca Nacional de Portugal e à Torre do Tombo. Essas visitas tiveram como objetivo a apresentação da infraestrutura tecno-informacional das respectivas instituições, incluindo seu trabalho de preservação e de organização maciça de dados de relevância na produção de conhecimento nacional.

Para reforçar os conteúdos apresentados nos seminários e nas visitas guiadas, o evento também promoveu, no penúltimo dia, um panorama dos modos de produção, estruturação e preservação multimedia de dados em território português. Tal cenário foi brevemente apresentado por meio de uma mesa-redonda com a participação de alguns dos principais nomes à frente dessa discussão.

Mesa-redonda com a participação de João Nuno Ferreira, Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Unidade FCCN (moderador); Joana Paulino, ROSSIO, NOVA FCSH (a representar a coordenadora da Infraestrutura); António Manuel Horta Branco, Clarin-PT/ FCUL (coordenador da Infraestrutura); Marta Catarino Lourenço, PRISC/ U. Lisboa (coordenadora da Infraestrutura); Luis Teixeira, CCD – Centro de Criatividade Digital (Investigador Principal da Infraestrutura); João Mimoso, E-RHS.pt – LNEC e Daniel Alves, Laboratório de Humanidades Digitais – NOVA FCSH (coordenador). Fonte: ©DESIR – DARIAH ERIC Sustainability Refined.

Muito além do trabalho de introdução crítica às métricas de manuseio e de compartilhamento sustentável de dados, a proposição deste curso intensivo tem também seu mérito ao engajar um diálogo prolífico entre os seus participantes, marcado pelo intercâmbio de diferentes perspectivas, perpassando positivamente as fronteiras linguísticas e geográficas que nos separam. Forma-se uma comunidade científica em Humanidades Digitais mais consciente de si mesma, e apta ao trabalho em conjunto.

Participantes e equipe da Winter School Desir. Fonte: ©DESIR – DARIAH ERIC Sustainability Refined.

MatLit na 3ª Maratona Fernando Pessoa

20/01/2020
Terceira Maratona Fernando Pessoa. Fonte: Página Maratona Fernando Pessoa

No dia 30 de novembro de 2019 ocorreu a “Terceira maratona Fernando Pessoa – para todas as pessoas”: doze horas ininterruptas de entrevistas com diferentes enfoques e produções relativas à obra do autor, emitidas pela Rádio Movimento PT Online. O programa radiofônico comandado pelo escritor e investigador Ricardo Belo de Morais teve como co-apresentadora a escritora brasileira Andressa Barichello.

As doze horas foram compostas pelo contributo de um grupo relevante de investigadores e artistas que, por meio de diferentes aspectos e formas, analisam e dão visibilidade à obra pessoana. O programa doutoral Materialidades da Literatura foi aqui também representado na voz de Cecília Magalhães, ao discutir as práticas de produção criativa e engajamento social nos projetos Arquivo LdoD e Fragmentos em Prática. A maratona encontra-se, na íntegra, no seguinte endereço digital: http://bit.ly/30jGNhD

Entrevista sobre os projetos “Arquivo LdoD” & “Fragmentos em Prática” em 8:34:00 – 9:17:00. Fonte: 3ª Maratona Fernando Pessoa/Rádio Movimento PT Online.

 

Doutoramento Nº 10

07/01/2020

Realizam-se no próximo dia 28 de janeiro de 2020, pelas 15h00, na Sala Grande dos Atos, as provas de doutoramento em Materialidades da Literatura de Ana Rita de Sousa Reis da Silva, candidata da quinta edição do Programa, que teve início em 2014-2015. A candidata apresenta a tese Mecânica de uma personagem: paisagem, escrita, autoria (2019), orientada por António Sousa Ribeiro (Universidade de Coimbra) e Paulo Meneses (Universidade dos Açores).

O júri, nomeado por despacho reitoral de 3 de dezembro de 2019, tem a seguinte constituição:
Presidente:
Manuel Portela (Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Vogais:
Francisca Noguerol Jiménez (Professora Catedrática da Universidade de Salamanca)
Pedro Eiras (Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto)
António Sousa Ribeiro (Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Osvaldo Manuel Silvestre (Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Esta tese – a décima do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura – integra-se numa das linhas de investigação do Programa, dedicada à análise da relação entre processos de escrita e tecnologias mediais (Ex Machina: Inscrição e Literatura). Ana Rita Sousa investiga a figura autoral nas obras de Roberto Bolaño e Maria Gabriela Llansol.

Resumo [excerto]

Tomando por eixo o processo de retroacção entre a construção de uma personagem ou de uma figura autoral com o próprio processo de construção da sua função-autor, são analisadas duas propostas diferentes desta ficcionalização, assim como as alterações a que as mesmas foram sujeitas ao longo da trajectória do escritor/a em causa. O corpus de análise, a partir do qual este projecto foi pensado, é composto por Roberto Bolaño (1953-2003) e Maria Gabriela Llansol (1931-2008), que traçaram percursos estéticos consideravelmente diferentes entre si e que, de distintas maneiras, resistem à análise narrativa tradicional, reivindicando constantemente novas abordagens sobre o que entendemos por romance em geral, e por autor, em particular. Pese à distância linguística, cultural e social que os afasta, o argumento desta tese constrói-se a partir de uma preocupação que os aproxima: a sua condição de autoria.

Projeto de tese 2020

07/01/2020

A nona edição do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura teve início no ano letivo 2018-2019. Tal como previsto pelo plano de estudos (https://matlit.wordpress.com/programa/), no final do terceiro semestre realiza-se uma prova de qualificação, que consiste na defesa pública do projeto de tese de doutoramento. A prova de qualificação da nona edição do Programa tem lugar no dia 21 de janeiro de 2020, de acordo com o horário indicado a seguir:

21 de janeiro de 2020
Projeto: Joana Gonçalves Rua (SFRH/BD/143552/2019), «Ler de longe e ler de perto: Análise de padrões na obra completa de Jane Austen e deformação visual do livro Pride and Prejudice»
Hora: 11h30, Sala Ferreira Lima (6º piso, FLUC)
Júri
António Sousa Ribeiro (pres.)
António Rito Silva (arguente)
Manuel Portela (orient.)

 

As provas relativas aos cinco projetos de tese da oitava edição do Programa realizaram-se a 10 e 11 de julho de 2019.

As provas relativas aos nove projetos de tese da sétima edição do Programa realizaram-se a 18, 19 e 26 de janeiro de 2018, e a 10 de julho de 2018.

As provas relativas aos nove projetos de tese da sexta edição do Programa realizaram-se a 18, 19 e 20 de janeiro de 2017.

As provas relativas aos oito projetos de tese da quinta edição do Programa realizaram-se a 29 de janeiro e 3 de fevereiro de 2016.

As provas relativas aos cinco projetos de tese da quarta edição do Programa realizaram-se a 23 de janeiro de 2015.

As provas relativas aos cinco projetos de tese da terceira edição do Programa realizaram-se a 24 de janeiro de 2014.

As provas relativas aos três projetos de tese da segunda edição do Programa realizaram-se a 1 de fevereiro de 2013.

As provas relativas aos quatro projetos de tese da primeira edição do Programa realizaram-se a 27 de janeiro de 2012.