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MATLIT volume 8.1 (2020): Call for Papers



The journal MATLIT: Materialities of Literature has released its Call for Papers for the next issue, to be published in 2020. Under the general topic “Teaching Digital Literature”, issue 8.1 will be edited by Ana Maria Machado (University of Coimbra) and Ana Albuquerque e Aguilar (University of Coimbra).

DEADLINE: Article submissions will be due on December 31, 2019, with notifications of acceptance by February 29, 2020. MATLIT publishes articles in the following languages: Portuguese, English, and Spanish. Authors must register and upload their files through the journal platform. Please register here: Information about submission guidelines is available here: Further information can be obtained by contacting the issue editors, Ana Maria Machado and Ana Albuquerque e Aguilar (


A revista MATLIT: Materialidades da Literatura acaba de divulgar a Call for Papers para o próximo número, a publicar em 2020. Sob o tema geral “Ensino da Literatura Digital”, o número 8.1 será organizado por Ana Maria Machado (Universidade de Coimbra) e Ana Albuquerque e Aguilar (Universidade de Coimbra).

PRAZO: A submissão de artigos encerra a 31 de dezembro de 2019. As notificações de aceitação serão enviadas a 29 de fevereiro de 2020. MATLIT publica  artigos nas seguintes línguas: Português, Inglês e Espanhol. Os autores devem registar-se e submeter os seus artigos na plataforma da revista: A informação sobre as normas do artigo a submeter encontra-se em Para qualquer outra informação, poderão ser contactadas as editores do volume,  Ana Maria Machado e Ana Albuquerque e Aguilar (

Materialidades da Literatura no FOLIO 2019


No próximo dia 13 de outubro de 2019, entre as 15h00 e as 18h00, decorre no Museu Municipal de Óbidos o colóquio “Matemática e Literatura IV”, no âmbito do Festival Literário FOLIO 2019 (10-20 de outubro de 2019). Organizado pelo Centro de Matemática, Aplicações Fundamentais e Investigação Operacional da Universidade de Lisboa, Centro de Matemática da Universidade do Porto e Centro de Física da Universidade de Coimbra, este colóquio conta com a colaboração do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. As Materialidades da Literatura estarão representadas por Nuno Meireles (“Doutor Fausto faz Literatura Algoritmicamente: Performance com Vídeo, Voz gravada e uma Pessoa Vestida de Bata Branca”), Thales Estefani e Patrícia Reina (“(Im)probabilidade literária: texto-objeto-feijão-mágico e o processo combinatório na leitura”), e Manuel Portela (“Tempo de Leitura, Tempo de Escrita, Tempo do Relógio, Tempo da Cabeça”).

Esta presença do Programa no Festival Literário FOLIO dá continuidade às participações de 2016 (colóquio “Literatura e Matemática I” e exposição “Bird-Watching“, 22 de set-2 de outubro de 2016, Joshua Enslen e Alaina Enslen), 2017 (colóquio “Literatura e Matemática II” e exposição “Et Sic In Infinitum: Uma Instalação Intermedial e Transliterária”, 21-29 de outubro de 2017, curadoria de Carolina Martins e Diogo Marques) e 2018 (colóquio “Literatura e Matemática III” com a performance “Literatura e Cibernética”, 30 de setembro de 2018, Ana Marques e Manuel Portela).

Lecture by Stuart Price


© Poster by Rui Silva.

On October 22, 2019, Stuart Price (De Montfort University) will give a lecture titled “Authority, Authoritarianism, and Public Dissent: Spain 2011-2019”, at the School of Arts and Humanities, University of Coimbra, Sala Ferreira Lima, 2h30pm (14h30). This event is organized by the PhD Programme in Materialities of Literature and the Centre for Portuguese Literature at the University of Coimbra.


This illustrated lecture examines the development of public protest and dissent within the ‘arrested democracy’ of Spain, and covers a range of movements, including the Indignados, Catalonia’s Independenistas and the CDR, the libertarian movement, the Ladders Revolution, and the Huelga General Feminista of 2018/19. The central question is not only the character of Spanish democracy, but the nature of the contemporary state as it governs through forms of disciplinary austerity (Lorey, 2015; Tansel, 2017).

Stuart Price is Professor of Media and Political Discourse and the Director of the Media Discourse Centre (, De Montfort University, UK. He is also Visiting Professor at the Universidade do Estado do Rio de Janeiro, and the Universidade Federal do Rio de Janeiro, working within the field of Media and International Relations. He is the author of a number of monographs and textbooks (including Worst-Case Scenario?, 2011) and Communication Studies (1996). With Ruth Sanz-Sabido, he edited two books on Protest, and has recently brought out the edited volume Journalism, Power and Investigation (2019). Details can be found at

Talk by Susan Bee & Charles Bernstein


© Poster by Rui Silva.

On October 10, 2019, Susan Bee and Charles Bernstein (University of Pennsylvania) will give a talk at the School of Arts and Humanities, University of Coimbra, Sala Ferreira Lima, 11am (11h00). Titled “Little Orphan Anagram: The Collaborations of Susan Bee and Charles Bernstein”, this event is a joint organization of the PhD Programme in Materialities of Literature and the PhD Programme in Discourses: Culture, History, and Society, with the support of the Centre for Social Studies.

Susan Bee is a painter, collagist, editor, and book artist who focuses on the cinematic, ephemeral moments of everyday life.  Using old and offbeat movies as a visual resource, Bee plays upon the changing nature of cultural memory as well as the evolving connection between word and image. As seen on this page, Detour (2011) and Gun Crazy (2011) capture two fashionably dressed couples navigating a questionable narrative that is both cut and framed by the painting itself.  Bee replaces flat colors, in lieu of other details, that either pattern or foreshorten the background. One of her most recent paintings appears above, titled Votes for Women (2018) that is 30” x 40 and consists of oil, enamel, and sand on linen. The artist’s aesthetic focus on the representation and performance of interpersonal relationships also takes the form of intricate collage pieces.  The application of cutouts within fictitious painted landscapes renders a series of surrealist, dreamy experiences as colors clash together, as seen through a kaleidoscope, before resonating in a visual harmony. Bee has recently published a series in an artist’s book titled Fabulas Feminae, a collaboration with Johanna Drucker. Susan Bee’s art may be seen at the legendary A.I.R. Gallery in Brooklyn. All of her work may also be viewed at this link in addition to Accola Griefen Gallery.


Charles Bernstein taught poetry and poetics, with an emphasis on modernist and contemporary art, aesthetics, and performance. He is the Donald T. Regan Professor of English and Comparative Literature at the University of Pennsylvania, from which he has recently retired. Bernstein has published five collections of essays — Pitch of Poetry (Chicago, 2016), Attack of the Difficult Poems: Essays and Inventions (Chicago, 2011), My Way: Speeches and Poems (Chicago, 1999), A Poetics (Harvard, 1992), and Content’s Dream: Essays 1975-1984. His books of poetry include Near/Miss (Oct. 2018),  Recalculating (Chicago, 2013),  All the Whiskey in Heaven: Selected Poems (Farrar, Straus and Giroux), Girly Man (Chicago, 2006), With Strings (Chicago, 2001), and Republics of Reality: 1975 – 1995 (Sun & Moon, 2000).  His libretto Shadowtime, for composer Brian Ferneyhough, was published in 2005 by Green Integer; it was performed as part of the 2005 Lincoln Center Festival. Bernstein is the editor of several collections, including: American Poetry after 1975 (Duke University Press / special issue of boundary, 2009), Close Listening: Poetry and the Performed Word (Oxford, 1999), The Politics of Poetic Form: Poetry and Public Policy (Roof, 1990), and the poetics magazine L=A=N=G=U=A=G=E, whose first issue was published in 1978. He is editor of the Electronic Poetry Center and co-director (with Al Flireis) of PennSound.


Materialidades da Literatura na Colóquio Letras


Acaba de ser publicado o número 202 da revista Colóquio Letras (Setembro-Dezembro de 2019), com uma secção dedicada ao tema “Correspondência”. Este número contém cinco contributos de investigadores do Grupo “Mediação Digital e Materialidades da Literatura” do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra: um artigo sobre correspondência eletrónica; um artigo dedicado ao estudos camonianos no Brasil e dois ensaios sobre a história do experimentalismo literário português. Inclui ainda, na secção “documentos”, a edição de um conjunto de cartas trocadas entre Ruben A. e Miguel Torga no período 1950-1973. Por ordem de publicação (artigos e documentos):

1. Manuel Portela, “Correio@eletrónico: escrever cartas na rede”, Revista Colóquio/Letras, 202 (2019): 50-63.

Resumo: Este artigo descreve o correio eletrónico enquanto exemplo particular da economia de produção da escrita na internet. Salienta três caraterísticas do funcionamento da rede que transformam a economia simbólica e material da carta: a conectividade e o sincronismo, que reconfiguram a experiência do tempo e do espaço; a remediação do sujeito na rede, que transforma a relação entre remetente e destinatário; e, por fim, os processos algorítmicos de agregação, análise e produção massiva de escrita, que subsumem o correio eletrónico. Algumas obras digitais são analisadas como exemplos de exploração ficcional das condições comunicacionais específicas da internet e do correio eletrónico.

2. Matheus de Brito, “Camões à brasileira ou panorama sobre o lugar de Camões no Brasil” Revista Colóquio/Letras, 202 (2019): 127-136.

Resumo: Tratar de Camões no Brasil é lidar com uma complexa trama de agenciamento cultural. Seria possível lidar com um Camões dentro e fora dos círculos de leitores, um dos luso-brasileiros do século XIX ou um difuso na cultura nordestina, um Camões dos modernistas lusófilos e um dos lusófobos, um disputado pela academia e um não-institucional – um Camões, em suma, sempre localizável como argumento e em processos de capilarização e diferenciação. Os estudos literários brasileiros têm desenvolvido interesses particulares, não resultantes de uma grade “nacional” imposta sobre a obra do poeta – como por vezes a investigação da “recepção” necessariamente faz – mas fazendo aflorar novos problemas para a crítica. O artigo apresenta um breve panorama dos estudos camonianos no Brasil, com destaque para trabalhos em andamento e algumas de suas perspectivas teóricas.

3. Bruno Ministro, “Mergulhar e quase desaparecer: António Aragão e a poesia experimental portuguesa”, Revista Colóquio/Letras, 202 (2019): 149-159.

Resumo: Retomando a história incompleta da PO.EX, esta investigação pretende, não só lançar uma nova perspetiva sobre a génese do experimentalismo português, como também resgatar aquela que é uma das suas figuras mais determinantes e, simultaneamente, hoje mais invisibilizadas.
4. Daniela Côrtes Maduro, “Entre literatura e revolução: a poesia experimental portuguesa”, Revista Colóquio/Letras, 202 (2019): 160-170.
Resumo: O presente artigo pretende examinar o elo entre o projeto de reformulação da literatura e o projeto de contestação do regime desenhados por poetas associados à Poesia Experimental Portuguesa. Por forma a enaltecer essa ligação, textos teóricos, entrevistas, e diversos artefactos, serão invocados ao longo deste artigo.

5. Ana Maria Machado, “Ruben e Torga: fragmentos de um diálogo epistolar”, Revista Colóquio/Letras, 202 (2019): 67-84.

[Carta de 12 de Dezembro de 1966 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 14 de Agosto de 1973 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 15 de Março de 1964 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 19 de Novembro de 1962 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 20 de Junho de 1949 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 21 de Março de 1969 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 23 de Abril de 1966 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 23 de Janeiro de 1950 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 23 de Junho de 1965 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 23 de Novembro de 1964 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 26 de Março de 1950 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 30 de Novembro de 1968 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 5 de Dezembro de 1964 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 5 de Março de 1969 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 6 de Maio de 1970 (para Miguel Torga)] / Ruben A.
[Carta de 7 de Novembro de 1950 (para Ruben A.)] / Miguel Torga
[Carta de 8 de Março de 51 (para Ruben A.)] / Miguel Torga

Materialidades da Literatura na ELO 2019


Decorreu, nos dias 15-17 de julho, na University College Cork, Irlanda, organizada por James O’Sullivan, mais uma Electronic Literature Organization Conference, que ficou marcada pela passagem do testemunho da presidência da ELO, por parte de Dene Grigar (Washington State University Vancouver), para Leonardo Flores (Appalachian State University).

O encontro deste ano foi subordinado ao tema das periferias, tendo como oradores convidados Michael J. Maguire, Anne Karhio e Astrid Ensslin. Michael J. Maguire preparou uma conferência que se situou entre a lição, com base combinatória, e a performance, intitulada Potential Possibilities of Peripheral Porosity: A Combinatory Creative Community Keynote. Anne Karhio, com At the Brink: Electronic Literature, Technology, and the Peripheral Imagination, explorou as formas como as infraestruturas dos transportes e comunicações contribuem para a produção cultural, especificando o caso da Irlanda e a sua relação com a literatura eletrónica. Por fim, Astrid Ensslin, com a conferência “These Waves …”: Writing New Bodies for Applied E-literature Studies, elencou novas possibilidades para a investigação em literatura eletrónica, mais especificamente na área dos estudos aplicados, apresentando o projeto Writing New Bodies, da Universidade de Alberta.


À semelhança de edições anteriores da ELO Conference, o Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura fez-se representar por um considerável grupo de estudantes, investigadores e professores. Assim, no dia 15, Paulo Silva Pereira apresentou a comunicação  “Greening the Digital Muse: An Ecocritical Examination of Contemporary Digital Art and Literature”. Numa outra sessão, Diogo Marques e Ana Gago (Universidade Católica Portuguesa, Porto) proferiram “From Stone to Flesh and Back Again: Digital Literature as Alchemy”. No dia 16, Ana Maria Machado, Rui Torres (Universidade Fernando Pessoa) e Ana Albuquerque e Aguilar apresentaram “Murals and Literature: A Digital Creation for an Educational Context”, dando conta do projeto homónimo, com base no CLP, tendo tido a colaboração de Luís Lucas Pereira, Thales Estefani e Júlia Andrade. Nesse mesmo dia, Cecília Magalhães e Ana Albuquerque e Aguilar proferiram, respetivamente, as comunicações “How to be an editor in LdoD Archive: methodological challenges in the use of digital archives” e “Rui Torres’ Cantiga in class – digital poetry in Portuguese schools”. Na sessão dedicada aos artistas, Liliana Vasques apresentou, por videoconferência, a sua obra pm: press mouse [for] private message. No dia 17, Ana Maria Machado participou no painel Beyond the Page: Moving Toward a New Canon of Literature with Inanimate Alice, juntamente com Ian Harper (Bradfield Company), Amanda Hovious (University of North Texas) e Valerie Shinas (Lesley University).

Em 2020, a ELO Conference terá lugar na University of Central Florida, em Orlando (EUA), com organização de Anastasia Salter e Mel Stanfill.

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Além do cânone: MatLit na The Child and the Book Conference 2019


Fotografias de Emanuel Madalena, Ana Albuquerque e Aguilar e Júlia Zuza Andrade.

Entre 8 e 10 de maio, decorreu mais uma The Child and the Book Conference, desta vez organizada pela Croatian Association of Researchers in Children’s Literature e pela Universidade de Zadar, instituição na qual teve lugar o evento. Este ano, o encontro foi dedicado ao tema Beyond the canon (of children’s literature).

O Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura fez-se representar por Ana Maria Machado, Júlia Zuza Andrade e Ana Albuquerque e Aguilar, que apresentaram, no dia 9, uma comunicação conjunta, que teve também a colaboração de Luís Lucas Pereira, intitulada “Beyond Portuguese e-lit”, na qual deram conta dos avanços alcançados no projeto do Centro de Literatura Portuguesa “Murais e Literatura: a Criação Digital em Contexto Educativo”, sobretudo no que concerne à conceptualização da primeira obra literária digital infantil portuguesa.


Ana Maria Machado, Júlia Zuza Andrade e Ana Albuquerque e Aguilar (Lecture Hall, Univ. Zadar)

No entanto, todas as participantes apresentaram também comunicações individuais no colóquio. Ainda no dia 9, Júlia Zuza Andrade proferiu a comunicação “Picturebooks and Canon: Relations between Multimodality and New Methodological Approaches”, na qual explorou algumas obras da editora Planeta Tangerina, refletindo sobre o modo como a ilustração, os elementos gráficos e a multimodalidade presentes no álbum ilustrado contemporâneo são relevantes na construção de um novo cânone infantil.


Júlia Zuza Andrade (Maritime Department, Univ. Zadar)

No dia 10, Ana Maria Machado apresentou a comunicação “Children’s Literature as a Political Weapon: The 2018 Rabbit Affair”, onde analisou o modo como a literatura infantil pode ser um campo fértil para a divulgação de uma determinada ideologia, partindo do conto Marlon Bundo’s Day in the Life of the Vice President, de Charlotte Pence, e da versão de John Oliver, que o reinterpreta e subverte. Também no dia 10, Ana Albuquerque e Aguilar apresentou a comunicação “Tension, Rupture and Continuity: Electronic Literature for Children and the Literary Canon”, na qual, a partir de um corpus de obras de literatura digital infantil e juvenil, analisou a intertextualidade que estas estabelecem com o cânone, em três eixos de relação: i) com os clássicos gregos e latinos, ii) com a literatura oral e tradicional europeia e iii) com a ficção narrativa do século XIX.


Ana Albuquerque e Aguilar (Museum of Ancient Glass, Zadar)

A The Child and the Book Conference 2019 foi marcada pela presença de investigadores e académicos de 31 países, sendo que Portugal teve a quarta participação mais expressiva no encontro. Além da Universidade de Coimbra, o colóquio contou com representantes das Universidades de Aveiro, do Minho, de Évora, de Lisboa e da Nova de Lisboa, bem como do Instituto Politécnico de Castelo Branco, o que é revelador da vitalidade e relevância dos estudos sobre literatura infantil e juvenil no contexto académico nacional.