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Doutoramento Nº 20

05/07/2022

Realizam-se no próximo dia 12 de julho de 2022, pelas 10h00, na Sala José Anastácio da Cunha (Departamento de Matemática), as provas de doutoramento em Materialidades da Literatura de Marie Claire De Mattia, candidata da sétima edição do Programa, que teve início em 2016-2017. A candidata apresenta a tese «O corpo feminino negro e a escrita de Ama Ata Aidoo e Paulina Chiziane» (2021), orientada por Catarina Martins (Universidade de Coimbra). Projeto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) através da bolsa de doutoramento PD/BD/128036/2016.

O júri, nomeado por despacho reitoral de 5 de abril de 2022, tem a seguinte constituição:
Presidente:
Manuel Portela (Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Vogais:
Mário César Lugarinho (Professor Associado, Universidade de São Paulo)
Inocência Mata (Professora Auxiliar, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
Joana Passos (Investigadora, Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho)
Catarina Martins (Professora Associada, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)
Doris Wieser (Professora Auxiliar, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

Esta tese – a vigésima do Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura – integra-se numa das linhas de investigação do Programa dedicada à análise da relação entre processos de escrita e tecnologias mediais (Ex Machina: Inscrição e Literatura, subtema “escrita e inscrição”). Marie Claire De Mattia investiga a narrativização do corpo feminino negro e a materialidade da escrita nas obras das escritoras Ama Ata Aidoo e Paulina Chiziane.

Resumo [excerto]

Este projeto quer investigar a perceção e o desenvolvimento de duas diferentes materialidades, a materialidade do corpo (nomeadamente, do corpo feminino negro) e a materialidade da escrita, pela comparação da obra de Ama Ata Aidoo (ganesa) e de Paulina Chiziane (moçambicana). Se o corpo constitui o primeiro campo de batalha nos processos de ressignificação identitária, a escrita fornece o segundo espaço que amplia a intensidade e o impacto do debate. Portanto, a narrativização do corpo feminino negro (especificamente por parte de autoras africanas negras) garante a oportunidade de desconstruir e reconstruir as representações identitárias, metafóricas e simbólicas, individuais e coletivas (tal como o conceito de “corpo-nação”) das mulheres por vozes femininas.

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